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Sofia com fibra

Sofia com fibra

Chegou o momento de dizer adeus por aqui.

Quando começei com o blog foi num rasgo de coragem ou até mesmo de estupidez, tinha muita coisa para dizer e outras tantas para desabafar.

Na verdade o que eu precisava era desabafar, desabafar com o mundo "escondida" por traz de um écran e sem ter ninguém que me julgasse porque disso eu já estava recheada.

Mas tanto ficou por dizer... tantos textos que escrevi e que não saíram da "gaveta" por covardia, covardia essa que teimava em ficar. 

Eu bem que tentei armar-me em forte e passar uma imagem de durona e com "fibra" mas a minha fibra está muito longe de se notar a olho nu. 

"Sofia com fibra "! Não, eu sou a Sofia e que tem um rótulo para o resto da vida, mas fibra não é. 

Tentei passar para vocês a mulher que queria realmente ser. A mulher que lida com naturalidade com a fibromialgia e com as situações do dia a dia, mas ainda estou muito longe disso.

E por isso mesmo neste momento estou a ser seguida por uma psicóloga, para aprender a gerir as minhas emoções e a lidar com a minha aptidão para depressões. 

Acredito que tenho muito mais para dar do que cargas negativas e mau humor. 

Por isso decidi que chegou ao fim esta minha curta passagem por este mundo da blogosfera, foi curto eu sei, mas foi intenso, pelo menos para mim. Eu bem que tentei ser uma bloguer com fibra mas não deu. 

No momento era o que estava a precisar e até que me fez bem, desabafei e senti o vosso calor humano, mas convenhamos que a minha aptidão para a escrita não era das melhores. 

Definitivamente a minha praia não são as letras, o mais próximo de escrever ou ler foi as letras das músicas que gosto de ouvir e cantar. 

Neste momento quero me dedicar exclusivamente a mim e à minha família, não se preocupem, não me vou matar nem hibernar, vou só deixar o ritmo das coisa seguir sem pressas sem pressão e sem satisfações a dar. 

Quero alinhar tudo o que está fora do sítio e conhecer-me melhor, no fundo todos deveriam de o fazer, por vezes não nos conhecemos de verdade. 

Queria agradecer a todas as pessoas que me seguiram e pela forma carinhosa com que encorajaram a continuar. 

Quero agradecer ao SAPO por me ter mimado de vez em quando com os destaques e por ter me deixado fazer parte desta família. 

Queria também desejar a todos os bloguers a maior das sortes e desejar tudo de bom, mas em especial a alguns que tinham sempre uma palavra a dar, foram fantásticos comigo e levo-os no coração. 

Não se preocupem que volta e meia virei espreitar o que se por aqui diz, mas desta vez com a "anônima" Sofia, sem fibras ou meias fibras. 

 

Muitos beijinhos da Sofia que um dia já teve fibra e que agora é só é tão somente a Sofia. 

 

 

 

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 (Imagem da internet) 

 

 

Tenho a orelha a ferver, estão a falar bem ou mal?

Já ouviram falar certamente qualquer coisa como. "Tenho a orelha tão quente! Estão a falar de mim! "

Pois bem, ontem pude comprovar essa teoria e esclarecer todas as dúvidas.

Foram anos e anos na dúvida angustiante se teria muitos ou poucos admiradores da minha pessoa. Quase que não dormia por isso! 

Mas a partir se ontem tudo muda e faz mais sentido nesta vida desgovernada.

Para que fiques mais tranquilo, vou-te dizer.....

 

Se a tua orelha direita  estiver a arder de tão quente  quase a fumegar então nesse caso tens pelo menos duas pessoas a crucificar-te vivo pelos teu pecados mortais.  Paz à tua alma!  Já foste! 

Hahaha

E se andasses a vida toda à tua procura?

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 (Foto: internet)

 

 

Foi o que me aconteceu...

 

Durante toda a vida, as minhas escolhas passaram por arte, arte e mais arte, mas andei sempre lá perto sem nunca ter a coragem de chafurdar no meio dela, fiz várias tentativas que não passaram disso mesmo.

Perdi quinze anos da minha vida com uma profissão que em nada me emocionava ou apaixonasse, poderia ter continuado a resignar-me àquilo que fazia, podia, mas julgo que quinze anos já foi tempo de mais. 

Durante este tempo todo, procurei outras "distracções" como escape emocional, experimentei até de mais, tenho a noção disso, mas era a única maneira de me abstrair do "asco" que sentia pelo que fazia. 

Depois da chegada do meu mais recente príncipe, achei que já estava de bom tamanho o acanhar que sentia e em harmonia com o mundo soltei as amarras que me prendiam ao passado profissional. 

Passei a ser só mãe...

E com a maior naturalidade e calma deste mundo, as coisas foram acontecendo na minha cabeça, as peças foram encaixando e as respostas aparecendo sem eu as pedir. 

Descobri o que quero fazer para o resto da vida... parece um pouco tarde recomeçar do zero, depois dos trinta e alguns anos, mas para mim não é nada tarde, bem pelo contrário.

Durante este tempo todo, deu para aprender um pouco de tudo, e definir a minha personalidade enquanto mulher apaixonada pelas coisas, descobri o que realmente gosto e o que não gosto, amadureci e reergui-me novamente. 

 

 

Quando era miúda adorava fazer recreações da realidade mas em ponto pequeno, fazia cenários com plantas, vasos, objectos, tudo servia para soltar a imaginação e criar o mundo em ponto pequeno.

Adorava mexer na terra, tal como ainda hoje gosto (detesto ter as mãos sujas e passo a vida a lava-las o que não deixa de ser um grande contra-senso mas tá bem! hahaha) e como já o disse aqui, adoro cactos, em especial, suculentas. 

Então comecei por experimentar fazer mini jardins com coisas cá de casa e embelezando a minha varanda, depois foram uns vasos para o meu filho oferecer à professora, à auxiliar e à sua namoradinha ( é um pinga amor). 

E ai caiu a ficha toda.

Como é que é possível eu não ter visto isto antes e ter andado sempre as voltas e voltas quando a resposta estava mesmo na ponta do meu nariz.

Por vezes não vemos o que é óbvio e sim eu já sei o que estão a pensar. 

Não será uma decisão precipitada?  Não, precipitada foi a minha vida até aqui, o que vos posso dizer é que estou ciente do que aí vem e da força que terei de ter para não abrandar. 

 

E na verdade eu só quero fazer mini jardins e terrários para o resto da vida...

 

Caso queiram espreitar a minha aventura, ainda muito tímida é certo, mas seguramente que terá muito amor por estes lados, espreita aqui> Instagram  e aqui no Facebook

Uma dica aqui da Sofia #3

Olá minha gente! 

Compraram umas "havaianas" este verão?  Então esta dica é para vocês.

 

Ontem o meu filho estreou os seus chinelos novos e a meio da tarde queixou-se  que os ditos o estavam a magoar, quando fui a ver já estava com uma marca entre os dedos. 

 

Pois bem a minha dica é a seguinte! 

 

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Nesta zona existe uma saliência que nos primeiros tempos pode incomodar, o que devem fazer é limar com uma lima das unhas, assim vai alisar essa saliência e evitar esse incômodo.

O meu filho nunca mais se queixou!  

;)

 

Uma dica aqui da Sofia # 2

 

 

Nem de propósito... hoje não tinha nada para fazer por estes lados e num instante a coisa deu-se.

Então não é que fui mordida por uma vespa, não é das que têm rodas, não essas está guardada na garagem, é das outras, aquelas que não sei para que servem a não ser ferrar!

E com isto decidi dar-vos uma dica. 

Os antigos diziam muita coisa, para encostar uma moeda, para encostar uma faca ou outra coisa qualquer desde fosse de metal e durante anos foi o que fiz, porque os meus pais e avós assim o diziam, a verdade é que essa mesinha caseira é muito má, isso faz com que doa muito mais. 

Hoje depois de ser picada, vim logo direito á cozinha e a minha primeira reacção foi passar água fria e a minha avó veio logo buzinar ao meu ouvido, " toma mete uma faca" ok, eu até o fazia em outros tempos, mas hoje não o fiz e ainda bem. 

Não sei porquê lembrei-me de por Gelo e a verdade é que aliviou e muito a dor. 

 

Por isso já sabem, quando forem picados por tal criatura irritante, ponham gelo e não moedas ou outra teoria milagrosa qualquer. 

 

 

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