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Cálculo que estivessem em pulgas, para saber o desfecho da última história dramática do meu filho mais velho.
Não!
Temos pena, aqui vai então...
Na semana passada o meu filho S. chegou do infantário decidido a tirar o dente e até aí tudo bem, pois da outra vez também veio assim, decidido.
Mas foi Sol de pouca dura, vestiu o seu equipamento do F.C.Porto num acto de encorajamento e bravura( coisa que faz quase diariamente, por ele até dormia assim vestido) e depois começou por dizer que queria arrancar o dente com a bola, (como fez da primeira vez) mas não a grande e pesada, desta vez escolheu uma mais pequena e leve.
Mau! Isto não vai correr bem....
Avisamos que não seria a melhor opção, aquela bola não iria ser pesada o suficiente para com o chute o dente sair disparado.
Mas como o menino tem a quem sair, graças a Deus (ao pai, queriam que fosse à mãe era? ) e é teimoso que se farta, continuou com a teoria da bola pequena.
Há décima tentativa lá amarra-mos o dente ao fio dentário e na outra ponta a bola "pesadíssima".
Depois decidiu atirar à mão, ora o meu filho não joga andebol mas sim futebol, portanto como se pode imaginar falhou a primeira tentativa, puxou mas não o suficiente para o arrancar.
E foi aí que a coisa descambou, o dente ficou no sítio, magoou-o na boca e ficou logo com medo de voltar a tentar.
Voltamos a amarrar o dente, mas o rapaz não gostou do que aconteceu e começa a chorar com o fio preso ao dente e sem coragem de o arrancar.
Perguntamos se queria que fossemos nós a fazer, mas não queria.
Isto durou duas horas!
Tentei eu, tentou o pai, nada ajudava a decidir-se a tirar o raio do dente.
Até que teve de ser há moda antiga...
"Olha! Está a jogar a ........ com a ....... ", pumba lá se foi o dente.
( Foi o pai, a mãe é mole de mais para tal coisa)
Fez uma cruz ao pai imaginar, quase que o crucificou ali tal era a choradeira dizendo:
" Tu mentiste-me! Não confio em ti! "
Isto é capaz de deixar marcas profundas naquele rapaz...
É claro que foi só aquela reacção momentânea de choque, pois não estava á espera que acabasse assim, mas tinha de ser porque dali já não ia sair mais nada e o fio já estava amarrado e estava. O que é certo que que acabou á risada com o dente na mão e a gozar com a situação imitando o pai. Enfim!